terça-feira, 26 de novembro de 2019

O Justo Juízo de Deus


O Justo Juízo de Deus (Romanos 2:1-16)
Lendo as fortes palavras do final do capítulo 1, alguns cristãos – especialmente judeus – poderiam ser tentados a concordar com Paulo e condenar “aqueles pecadores” que praticam e aprovam coisas dignas de morte. Esses religiosos facilmente lamentariam o estado depravado dos outros, sem perceber que estavam no mesmo lamaçal do pecado. Nos capítulos 2 e 3, Paulo afirma que o problema do pecado é universal, atingindo igualmente judeus e gentios.
O Perigo de Auto-Justiça
É muito fácil enxergar e condenar as falhas dos outros. O homem que confia na sua própria justiça não reconhece a sua própria necessidade da graça de Deus (1-4). Durante o seu ministério na terra, Jesus batalhava contra a arrogância e auto-justiça de seitas como os fariseus (veja Mateus 23:27-28). Paulo, um ex-fariseu, agora luta contra o mesmo orgulho religioso de seus compatriotas.
A auto-justiça traz conseqüências gravíssimas. Quando a pessoa recusa a ajuda oferecida por Deus, não há outro remédio. Vai caminhando para a morte, incapaz de se livrar dos laços da iniqüidade. Tal pessoa acha algum conforto em ver os pecados maiores dos outros, e não reconhece que o Deus justo rejeitará todos que praticam a injustiça (5-11).
A Justiça de Deus
Ao mesmo tempo que Paulo tira as desculpas das pessoas que se julgam boas, ele oferece esperança. Deus oferece a glória, honra, incorruptibilidade e paz (7,10). Mais adiante explicará melhor as condições para receber essas bênçãos (veja 3:24; 4:16; 5:2; 6:14; 11:6; etc.). Por enquanto, ele simplesmente se refere à bondade, à longanimidade e à tolerância de Deus para com os arrependidos (4). A esta altura, ele enfatiza a igualdade de judeus e gentios. Os pecadores de qualquer nação serão condenados, e os justos de qualquer povo serão glorificados. Deus julgará cada um conforme os seus atos (6), e não mostra acepção de pessoas (11).
A Igualdade de Judeus e Gentios
Os judeus confiaram na lei que Deus lhes deu por intermédio de Moisés. Por terem recebido essa revelação especial, acharam-se superiores aos gentios. Mas possuir a lei não salva. Ser ouvinte da lei não salva. Para serem justificados, teriam de obedecer à lei. Paulo ainda mostrará que nenhum judeu obedeceu a lei perfeitamente. Aqui ele ousa dizer que um gentio que respeite os princípios de justiça, mesmo não tendo a lei escrita, seria aceito por Deus. Tal afirmação seria, para muitos judeus, praticamente blasfêmia! Para apreciar a importância e a necessidade do evangelho, é preciso primeiro descartar falsas bases de confiança. O homem que confia em sua própria justiça não será salvo. A pessoa que se acha segura por fazer parte do povo “escolhido” sofrerá uma grande decepção. Cada um será julgado – não por ser judeu ou gentio – mas de acordo com seu procedimento. O julgamento será feito por um Deus onisciente, usando como base o mesmo evangelho pregado por Paulo (16; João 12:47-48).
O Justo Juiz
Com Deus, não há acepção de pessoas. Pedro entendeu esse fato quando pregou, pela primeira vez, aos gentios (Atos 10:34). Aqui, Paulo reafirmou a mesma verdade quando falou da necessidade universal do evangelho (11). Deus é um juiz justo. Cabe ao homem se conformar com a vontade do Senhor


sábado, 22 de março de 2014

O DEGUSTAR DA GRANDE TRIBULAÇÃO

Hoje ou vir uma frase exponencial  “ Será que os crentes atuais estão prontos para degustar uma amostra grátis da grande tribulação?”

_Isaque Guedes_

Pois bem, ouvindo esta pergunta de um grande homem de Deus como o Isaque , Deus ministrou no meu coração estas verdades

"E eu disse-lhe: Senhor, tu sabes. E ele disse-me: Estes são os que vieram da grande tribulação, e lavaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro."  (Apocalipse 7 : 14)

Quase todo mundo já passou por tempos turbulentos e traumáticos, durante os quais experimentou muita incerteza ou talvez até grande dor e tristeza. Estes tempos geralmente são períodos de crise individual, familiar ou mesmo nacional, em que todo recurso pessoal, físico e emocional é utilizado para superar os problemas. Angústia, tristeza, perseguição, tragédia, catástrofe, fome, guerra e incertezas são dinâmicas muito reais no dia-a-dia e nas notícias. Mas, segundo a Bíblia, haverá um tempo futuro de angústia ainda maior conhecido como "Tribulação". Essa era virá depois do Arrebatamento da Igreja e será o pior período de sofrimento que o mundo já experimentou. Ela será o maior "choque do futuro".
Os especuladores econômicos de Wall Street geralmente são divididos em otimistas e pessimistas (chamados de "touros" e "ursos"), conforme sua "interpretação" dos indicadores e das tendências econômicas. Da mesma forma, intérpretes da Bíblia podem ler suas passagens proféticas e entender grande parte do plano de Deus para o futuro. A diferença é que, através do estudo da profecia com cuidado e oração, a maior parte da especulação pode ser eliminada. Ao contrário dos mercados futuros, o plano de Deus é claro e certo. Acreditar no Arrebatamento implica que os crentes devem ser pessimistas e apáticos? Evidentemente que não! Devemos ser realistas e vigilantes. Somos realistas com relação ao futuro e esperamos a vinda do Senhor Jesus Cristo para Sua Igreja. Mas também reconhecemos que depois do Arrebatamento haverá um tempo de intensa Tribulação mundial.

Acreditar no Arrebatamento implica que os crentes devem ser pessimistas e apáticos? Evidentemente que não! Devemos ser realistas e vigilantes.
A Bíblia fala mais sobre esses sete anos do que sobre qualquer outro período de tempo profético. Durante esses sete anos, o Anticristo surgirá, haverá perseguição aos novos crentes e ao povo judeu, e a grande batalha de Armagedom e a Segunda Vinda de Cristo acontecerão.
O Novo Testamento nos ensina que a atual era da Igreja também incluirá provações e tribulações. Jesus disse: "No mundo passais por aflições; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo" (João 16.33). O apóstolo Paulo advertiu: "Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos" (2 Timóteo 3.12). Mas a perseguição do mundo contra a Igreja nesta era não é a ira de Deus. A tribulação futura será um tempo de castigo de Deus sobre o mundo que rejeitou a Cristo – um tempo do qual a Igreja será livrada como o nosso Senhor prometeu (Apocalipse 3.10; 1 Tessalonicenses 1.10; 5.9).
Os crentes podem viver diariamente com a certeza de que a história humana terminará com Jesus Cristo como o Vencedor. O futuro é certo. Mas Jesus disse aos Seus discípulos que antes da vitória final "haverá Grande Tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido, e nem haverá jamais" (Mateus 24.21). Na sua intensidade e agonia, essa época será infeliz e indesejável. Mas foi previsto que ela vai acontecer e está descrito como ela será. A Bíblia diz que ela será trágica, mas real. [...]
Qual a relação entre "o tempo da ira de Deus" e a Tribulação?
Já que a Bíblia usa muitos termos para descrever uma variedade de atividades associadas ao julgamento de Deus durante a Tribulação, e já que "Tribulação" e "ira de Deus" às vezes são usadas para referir-se ao mesmo período de tempo (i.e., a Tribulação de sete anos), conclui-se que o tempo da ira de Deus acontece durante a Tribulação.
O tempo da ira de Deus acontece durante a Tribulação.
A base bíblica para essa conclusão pode ser oferecida da seguinte maneira: Deuteronômio 4.30 descreve esse período do fim dos tempos como tempo de tribulação. Sofonias 1.15 chama o mesmo dia "de alvoroço e desolação" (i.e., tribulação) e de "dia da ira". Os autores do Novo Testamento tomam esse termo do Antigo Testamento e usam-no como característica geral do que denominamos de período de sete anos da Tribulação, já que é um tempo em que a ira acumulada de Deus é liberada sobre a história humana e traz retribuição a um mundo que rejeitou a Cristo, mundo que será motivado por Satanás a perseguir crentes e judeus (Romanos 2.5; 5.9; Colossenses 3.6; Apocalipse 14.10, 19; 15.1,7; 16.1,19; 19.15).
Por exemplo, Romanos 2.5 diz: "Mas, segundo a tua dureza e coração impenitente, acumulas contra ti mesmo ira para o dia da ira e da revelação do justo juízo de Deus".
Portanto, vemos que a Bíblia diz que o que acontece com a humanidade na Tribulação será motivado pela ira de Deus, que está se acumulando durante a atual era da graça. [...]

terça-feira, 11 de março de 2014

O CORAÇÃO ADORA QUANDO NÃO HÁ MAIS FORÇAS PARA LOUVAR A DEUS.




Salmo 51.17 Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus.
Já imaginou quantas vezes estamos sem forças para louvar a Deus? Neste momento basta um coração contrito e o Senhor não o desprezará.
A primeira lição que aprendo com este versículo acima citado é que a verdadeira adoração não nasce na boca e sim  no coração; é tempo de você saber uma verdade de Deus para sua vida: Deus tem ouvido teus gemidos, teus clamores, tuas indagações,saiba ele é teu Deus, teu amigo presente na angustia.
A segunda lição que aprendo é que o quebrantamento move o coração de Deus. Na vida sempre buscamos resultados imediatos, respostas urgentes, um milagre instantâneo de um Deus que pode fazer, claro ele pode fazer e fará se for para sua gloria; não a mais tempo para focar sua visão nos problemas, frustrações e decepções afinal ele é cotidiana, todavia é hora de visualizar os milagres de Deus( milagre do respirar), já imaginou quantas pessoas não tem esse privilegio acordar? Esse milagre Deus tem utilizado de emergência em te abençoar.
Não adianta o desespero, Deus não em aliança com murmuradores, agora, se hoje buscardes um coração de adorador(quebrantado), Deus fará muito mais que pensas e desejas.
DEUS TEM URGÊNCIA EM TE ABENÇOAR!

Arrependimento, atalho para o avivamento

Arrependimento, atalho para o avivamento

"Como será que podemos fazer com que este avivamento venha rápido? Como atrair a Glória de Deus para que Ele faça chover sobre nós de uma forma tremenda nestes dias?

Oh!!! Deus nós precisamos de avivamento por favor apresse o seu derramar sobre nos!!!Como podemos achar um atalho para o avivamento?"

Tenho dito e percebido que o arrependimento é um sinal de avivamento e creio que também é uma chave para o mesmo. A mensagem de João o Batista era:

" arrependei-vos pois esta próximo o Reino dos céus"

O primeiro sermão de Jesus, em Mateus 4:17 foi

"Arrependei-vos, pois esta próximo o reino dos céus"

Somos um ministério missionário e vivemos da obra, colabore! Invista em missões sem gastar nada!

Em outras palavras: João e Jesus estavam dizendo que o reino esta próximo mais precisamos de arrependimento, creio que nestes dias nós podemos dizer que o avivamento esta próximo mas nós precisamos de arrependimento, quando o Espírito Santo veio sobre a igreja primitiva a primeira mensagem que foi liberada naquele dia foi uma mensagem de arrependimento, atos 2:37 muitas vezes nós.

Temos pregado sobre avivamento, mover de Deus vinho novo e etc..., as pessoas começam a pensar que avivamento é cantar ou gravar cds ou fazer conferências ou ter a igreja cheia, nós só vamos experimentar verdadeiro avivamento quando uma onda de arrependimento vier sobre nós um clamor por santidade invadir as nossas reuniões; em Ez.9 : 4 Deus manda marcar aqueles que tem um peso por santidade que não suportam a impureza na casa do Senhor .

Jesus, a palavra diz a respeito dele que: "- O zelo pela tua casa me consumiu", Deus esta procurando homens e mulheres estes dias aos quais o zelo pela a santidade os consumam, eu não quero que Deus passe por nossa geração e espere por outra que esteja disposta a gemer e pagar um preço por Santidade . Se, queremos avivamento, precisamos mudar nossa temática ARREPENDIMENTO precisa voltar para as nossas pregações as lágrimas de arrependimento precisam voltar, quem nunca ouviu falar do famoso sermão de Jonanthan Edwards: "- Pecadores nas mãos de um Deus irado" enquanto ele lia o sermão na Igreja as pessoas se agarravam nas pilastras clamando por arrependimento com convicção de pecado.

Oh!!!! Deus traga de volta momentos como estes onde tenhamos convicção de pecado e aos berros se preciso for, clamemos por Perdão, Perdão... Quantas vezes amamos mais as coisas do que pessoas; mais aos prédios do que ao Senhor; colocamos o mármore antes de almas; granito antes das nações e etc., etc...

Meu coração tem fervido com este tema, precisamos de avivamento para que as nações sejam tocadas, Deus tem abençoado a igreja Brasileira nestes dias e vai abençoar muito mais o que faremos com o que o Senhor nos der, construiremos grandes impérios ou o Reino de Deus na terra, muitas vezes precisamos parar e perguntar: " - Qual reino estamos edificando: o nosso, o da nossa denominação, ou o Reino do nosso Deus?"

Precisamos nos arrepender por gastar os recursos que o Senhor tem nos dado em coisas que ele não nos mandou fazer.

O tema arrependimento não e um tema muito atrativo, mas eu estou convencido de que o arrependimento genuíno vai abrir uma enchente do mover de Deus cidades inteiras serão transformadas, o arrependimento traz contrição e quebrantamento, e nós sabemos que Deus não resiste ao contrito e quebrantado de coração, o arrependimento nos leva de volta ao caminho que não deveríamos ter saído o caminho da Santidade, pureza, renúncia, humildade, etc. ...

terça-feira, 4 de março de 2014

O ESFRIAR DA FÉ

Quando o filho do homem voltar encontrará  fé na terra?

Os assuntos em torno do fim dos tempos sempre estiveram na mente dos cristãos. E sempre que a gente pensa em Apocalipse, vêm à mente coisas como perseguição, sofrimento, tragédias e tudo o mais. Quem nunca viu uma notícia muito ruim na televisão ou presenciou um fato muito escabroso e falou "é, Jesus tá voltando mesmo"? E essa visão pessimista do fim dos tempos, por mais que seja até compreensível, mas pode atrapalhar um pouco a nossa posição diante do mundo. Um bom exemplo é o versículo que dá nome ao post de hoje.


Esse versículo é o que está em Lucas 18:8, que está no relato de um discurso que Jesus fez sobre fé, perseverança, oração e tal. O versículo diz assim:
"Digo-vos que depressa lhes fará justiça. Contudo quando vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra?"

Jesus coloca na mesa a discussão de como o mundo e a igreja estarão quando ele voltar. Uma preocupação importante, com toda certeza. Só que esse versículo, como tantos outros, é muito incompreendido por nós. Justamente por causa dessa visão drástica que temos dos últimos dias. A gente internalizou a ideia de que, quanto mais perto da volta de Jesus, mais as coisas vão ficar complicadas. Perseguição, apostasia, desastres naturais, tudo isso é sinônimo de volta de Jesus pra nós. E com esse pensamento, a gente abre mão de fazer algo pra que essas coisas não aconteçam, de tomar uma atitude pra melhorar as coisas. O mundo vai mal das pernas? Não posso fazer nada por isso, já está tudo profetizado na Bíblia.
Querem um exemplo? Meio ambiente. Sempre que ouvimos falar em aquecimento global, ligamos isso a todas aquelas profecias sobre o aumento do calor do Sol e aquilo que Pedro escreveu de que o mundo vai acabar em fogo. "Ora, se a Bíblia diz que é assim que vai acontecer, por que eu devo fazer algo pra amenizar? Deixa esquentar!" É por esse tipo de pensamento que os cristãos abrem mão da função ordenada por Deus lá no Gênesis de proteger a natureza. E o planeta sofre demais com isso.
Voltando ao versículo de Lucas. Jesus passa a bola pras pessoas que o estavam ouvindo - e, por tabela, pra  nós hoje - a situação da fé na terra. "E então, meus filhos, quando eu voltar pra terra, eu ainda vou achar fé ou a coisa vai ter ido pro buraco?" O problema é que, em vez de verem isso como um questionamento, uma pergunta, parece que os cristãos entenderam isso como uma profecia. Já aceitaram que a fé vai diminuir quanto mais estivermos perto da volta de Jesus. E cruzam os braços!
Se a fé está ficando rara por aqui - e está ficando rara mesmo -, cabe a nós trabalhar pra que a fé em Jesus Cristo se fortaleça. É isso que Jesus quis dizer com essa perguntinha. E como a Igreja pode fazer isso? Pregando o Evangelho, pra que mais pessoas conheçam a Jesus e tenham fé nele. Ensinando a Palavra de Deus da forma mais pura e embasada possível, pra que os cristãos tenham uma fé verdadeira baseada na Bíblia, e não em doutrinas malucas que pregam por aí. Fortalecendo a comunhão entre os irmãos, porque são muitos os ataques do mundo e do diabo contra a nossa fé, e precisamos encontrar na Igreja o sustento e o apoio pra que nossa fé não se abale.
Essa é uma missão irrecusável da Igreja. Temos que nos mexer pra, quando Cristo voltar, encontrar uma Igreja ativa e poderosa, que espalha e preserva a fé na terra. Jesus pergunta: "Encontrarei fé na terra?" e a Igreja deve responder: "Trabalharemos com toda força pra que o Senhor encontre, sim".

sábado, 1 de março de 2014

DEUS QUER DERRAMAR AVIVAMENTO NA IGREJA DO SECULO XXI

Deus espera poder finalmente nos dar um avivamento. Em Isaías 33.9-10 está escrito a respeito desse assunto: "A terra geme e desfalece; o Líbano se envergonha e se murcha; Sarom se torna como um deserto, Basã e Carmelo são despidos de suas folhas. Agora me levantarei, diz o Senhor; levantar-me-ei a mim mesmo, agora serei exaltado." Deus falou isso a Israel naquela época. Em Jesus Cristo e através de Jesus Cristo Ele diz as mesmas coisas para nós hoje. Deus, quando diz: "Agora me levantarei, diz o Senhor; levantar-me-ei a mim mesmo, agora serei exaltado", o faz porque a terra estava "gemendo e desfalecendo". E com isso Ele quer expressar exatamente o que está escrito também em Isaías 44.3: "Porque derramarei água sobre o sedento, e torrentes sobre a terra seca; derramarei o meu Espírito sobre a tua posteridade, e a minha bênção sobre os teus descendentes." E é exatamente isso que Deus quer dar a uma terra que, a Seus olhos, está "gemendo e desfalecendo". Naturalmente essa promessa vale em primeiro lugar para Israel, mas fico tão feliz porque posso ter a certeza de que o Senhor dirige essas palavras também a nós atualmente.

"Derramarei água sobre o sedento, e torrentes sobre a terra seca"

Espiritualmente falando, será que não é terra seca o que se encontra dentro da Igreja de Jesus em muitos lugares? Mas justamente ali, onde tudo está seco e sem vida, o Senhor quer derramar torrentes de água viva. E Ele realmente espera com um desejo ardente poder finalmente fazer aquilo de que fala também Isaías 30.18a:
"...o Senhor espera para ter misericórdia de vós, e se detém para se compadecer de vós..."
"Ele vai demonstrar o seu amor com grande poder..." (A Bíblia Viva).
Estamos prontos a receber um despertamento?

Como vem um avivamento?

Para alcançarmos um avivamento real, certas condições precisam estar presentes em nossa vida. Mas existe uma outra coisa que não devemos esquecer quando falamos de despertamento: a oração. Temos de orar por um despertamento! A seguir, não quero falar das razões para implorarmos por avivamento. Pretendo mostrar, com alguns exemplos bíblicos, que a oração por avivamento está plenamente de acordo com a Bíblia. Pensemos em Asafe, que no Salmo 80 orou três vezes: "Restaura-nos, ó Senhor Deus dos Exércitos, faze resplandecer o teu rosto, e seremos salvos" (v. 19, comp. também os vv. 3 e 7). Naturalmente aqui, dentro do contexto, trata-se de uma vivificação exterior. Mas quando se conhece a história bíblica de Israel mais ou menos profundamente, então se sabe que uma vivificação, uma restauração exterior sempre antecedia um avivamento interior. Por isso, quando Israel orava por nova vida, isso era também um clamor por nova vida espiritual, por renovação interior.
Encontramos outro exemplo de oração por despertamento e nova vida no Salmo 85. Vemos isso especialmente no versículo 6, onde os filhos de Coré imploram: "Porventura não tornarás a vivificar-nos, para que em ti se regozije o teu povo?"
Um terceiro exemplo de oração por avivamento é encontrado em Habacuque 3.2, onde o profeta exclama: "Tenho ouvido, ó Senhor, as tuas declarações, e me sinto alarmado; aviva a tua obra, ó Senhor, no decorrer dos anos, e no decurso dos anos faze-a conhecida." Esse terceiro capítulo também é chamado de salmo de Habacuque. Ouça o que ele nos ensina ao orar: "Tenho ouvido, ó Senhor..." Ele tinha ouvido, ele estava consciente do que Deus pensava da situação em que se encontrava a obra do Senhor, e ficou alarmado. Mas ele não ficou nisso. Observe que Habacuque tomou as providências corretas, pois ele pediu: "...aviva a tua obra, ó Senhor, no decorrer dos anos, e no decurso dos anos faze-a conhecida."
Meus irmãos e irmãs, será que nós também ouvimos as declarações do Senhor? E será que a Escritura não nos diz por vezes suficientes que Deus quer mandar um despertamento? Sem dúvida! Recordemos apenas as palavras de Isaías 44.3, que quero citar outra vez para que fixemos bem seu conteúdo: "Porque derramarei água sobre o sedento, e torrentes sobre a terra seca; derramarei o meu Espírito sobre a tua posteridade, e a minha bênção sobre os teus descendentes." Por isso oremos também: "...aviva a tua obra, ó Senhor... faze-a conhecida."
Quero frisar uma vez mais: é bíblico orar por avivamento, pois por qual outra razão o Senhor teria exclamado em Lucas 10.2: "A seara é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara"? De certa forma, essa é outra oração por despertamento. Por isso vamos orar, não esquecendo que o Senhor poderia mandar obreiros para Sua seara sem a nossa intercessão, mas não o faz! Ele quer que oremos; Ele até, de certa forma, espera por nossas orações!
Interceder por despertamento é como interceder por Israel. O Senhor fala sobre isso cheio de emoção: "Busquei entre eles um homem que tapasse o muro e se colocasse na brecha perante mim a favor desta terra, para que eu não a destruísse; mas a ninguém achei. Por isso eu derramei sobre eles a minha indignação..." (Ez 22.30-31). Se naquela ocasião o Senhor tivesse encontrado pessoas crentes que intercedessem perante Ele por Seu povo, talvez tivesse poupado a Israel. O mesmo acontece com um despertamento: mesmo que o avivamento venha exclusivamente da parte de Deus e mesmo que só o Senhor possa despertar Seu povo, temos de orar com fervor para que o avivamento aconteça. Paulo o sabia muito bem, senão não teria feito o pedido aos cristãos de Tessalônica: "Finalmente, irmãos, orai por nós, para que a palavra do Senhor se propague, e seja glorificada, como também está acontecendo entre vós" (2 Ts 3.1). A palavra do Senhor se propagando e sendo glorificada já é avivamento. E exatamente por isso o apóstolo pediu que a igreja intercedesse por um despertamento. Será que nós também não temos que orar muito mais por despertamento?

Resultados de um verdadeiro despertamento em nossa vida

Quando falamos de avivamento ou despertamento, sempre vem à nossa mente a ideia de manifestações poderosas e visíveis do Senhor, sempre pensamos em Deus agindo de maneira grandiosa através do Seu Espírito Santo. Realmente, às vezes, o Senhor se revela de maneira poderosa e visível em nossas vidas. Mas isso nem sempre é assim. Às vezes, Deus também age de maneira diferente, e um despertamento pode se manifestar de maneira bem diversa. Quando acontece isso? Quando Deus decide deixar um despertamento acontecer em pequena escala, dentro da vida de uma só pessoa.
Avivamento significa em primeiro lugar que os crentes mornos, cansados, despertem para uma nova vida espiritual e entrem outra vez em contato com "rios de água viva". Ou expressando-o com uma passagem bíblica: "... a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus" (Cl 3.3). Esse é quase sempre o início de um avivamento. Mas nós pensamos sempre em acontecimentos espetaculares quando falamos em rios de água viva e em despertamento. Entretanto, o acontecimento maior e mais espetacular é quando filhos de Deus que estavam mornos e cansados espiritualmente se tornam outra vez ardorosos pelo Senhor; quando em suas vidas começam a jorrar outra vez os "rios de água viva".

O falar de Deus e o avivamento

Nesse contexto, pensemos em Elias, que em sua vida nunca foi morno, mas experimentou um período de profundo desânimo espiritual. Justamente Elias precisava ser tocado pelo Senhor, e quanto ele necessitava outra vez de "rios de água viva" em sua vida bem pessoal! Deus proporcionou a Elias um novo encontro com o Senhor mesmo. Em 1 Reis 19.11a lemos sobre a maneira maravilhosa como o Senhor fez isso: "Disse-lhe Deus: Sai, e põe-te neste monte perante o Senhor. Eis que passava o Senhor..." Em outras palavras: "Elias, prepare-se, pois quero me encontrar outra vez com você." E então o Senhor vem. Mas como é que Deus se revela a Elias? O texto bíblico continua: "...e um grande e forte vento fendia os montes e despedaçava as penhas diante dele, porém o Senhor não estava no vento; depois do vento um terremoto, mas o Senhor não estava no terremoto; depois do terremoto um fogo, mas o Senhor não estava no fogo; e depois do fogo um cicio tranquilo e suave. Ouvindo-o Elias, envolveu o rosto no seu manto e, saindo, pôs-se à entrada da caverna. Eis que lhe veio uma voz e lhe disse: Que fazes aqui, Elias?" (1 Rs 19.11b-13). Quando Elias teve de ser confrontado outra vez com "rios de água viva", só havia um cicio suave e tranquilo, e foi assim que o Senhor teve um novo encontro com Elias. Como era importante para o Senhor despertar e fortalecer Seu servo Elias de uma maneira renovada e bem pessoal! E isso aconteceu – no silêncio! E assim, creio eu, todo e qualquer avivamento verdadeiro e real tem seu início, isto é, ele começa bem no fundo do coração de cada pessoa, de uma maneira bem suave e bem individual. Talvez fosse isso o que o Senhor queria dizer aos fariseus quando Lhe perguntaram quando viria o reino de Deus, e Ele respondeu: "Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! porque o reino de Deus está dentro em vós" (Lc 17.20b-21). Meus irmãos e irmãs, vamos orar por um avivamento assim, bem "dentro de nós"? Que o Senhor nos abençoe nesse propósito!

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

QUAIS SÃO AS ATITUDES QUE FAZ UM CRENTE VAZIO DE DEUS?


Qual é a causa de um Crente ficar Vazio de Deus?
Efésios 5;18 Enchei - vós do Espírito Santo?
Atos 4:31 depois de orarem tremeu o lugar onde estavam reunidos, todos foram cheio do Espírito Santo. no Velho Testamento Deus exigia que: Ninguém apareça de mãos vazias diante de Deus.
Paulo escrevendo a sua Segunda Carta ao Pastor 1TIMOTEO 3:1-5 Ele dá uma relação das causas de uma pessoa ficar vazia de Deus.
V1 Sabe, porém, isto:que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos; v2 porque haverá homens amantes de si mesmo, avarentos, vaidoso, soberbos, blasfemos, desobediente a pais e mães,ingratos, profanos, v3 sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, v4 traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, v5 tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te. Paulo recomenda afastar-se deles.
1. Causa de um crente ficar vazio de Deus Ser Mentiroso ? João 8:44
Vós tendes o pai ao diabo e quereis satisfazer os desejos de vosso pai ele foi homicida desde o principio e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele; ele profere mentira, fala do que é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira.
O mentiroso chega a pensar que a mentira é verdade.
Deus deu a paternidade ao diabo.
A mentira destrói você e deixa você vazio de Deus.
2. Causa de um crente ficar vazio de Deus
Ser Invejoso ? Provérbios 14:30.
O Coração com saúde é a vida da carne, mas a inveja é a podridão dos ossos.
Inveja daquilo que o outro tem
Inveja daquilo que o outro é.
A inveja apodrece os ossos.
Quantas pessoas doentes por causa da inveja –
3. Causa de um crente ficar vazio de Deus Amargurado Hebreus 12:15
Tendo cuidado de que ninguém prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando vos perturbe, e por ela muitos se contaminem. Ela Contamina os outros.Uma pessoa que é amargurada tem sua imunidade baixa.
O FOFOQUEIRO ESTÁ NA LISTA NEGRA DE DEUS.
Veja Provérbios 6:16-19
A Bíblia diz que Há 6 Coisas que Deus Odeia, mais a Sétima ele detesta, Abomina.
1) Ele odeia Olhos altivos.
2) Ele odeia Línguas mentirosa.
3) Ele odeia Mãos que derrama sangue inocente.
4) Ele odeia Coração que traça planos perversos.
5) Ele odeia Pés que se apressam a fazer o mal.
6) Ele odeia - Testemunha falsa.
7) ele detesta, ele Abomina aqueles que provoca discórdia, intriga, divisões entre os irmãos. Deus abomina, detesta os FOFOQUEIROS.

Precisamos rever nossos conceitos a cerca do cristianismos.